作词 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
作曲 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
Uma vez eu tive notícia
Que tinha um baile muito afamado,
Um baile organizado
Pelo Seu Abano Müler, Seu Bume, né?
Baile véio ajeitado, um baile véio à moda antiga,
E que ia ter uma gaita e um pandeiro,
Uma gaita roncando e um pandeiro panderiando,
Mais ou menos desse jeito.
Tinha até a palma da mão do pessoal de Curitibanos,
Eh, é aí que eu me refiro!
Venha assim...
Bueno, e aí fui me encaminhando pro baile.
Mas eu vinha numa fase brava,
Eu ainda não era contratado da Ousa Discos,
'Tava judiado dos pino, uma barbaridade, Alex!
Mas óia', sofrendo umas quantas vezes...
E, mas queria ir no baile,
'Tava com vontade de tomar umas cangibrina
E bailar à noite toda.
Mas, com os pila contado, eu digo:
Se eu pago a entrada,
Tomo pouca cangibrina e tal, vou...
Vou passar conversa no porteiro véio, né?
Mas o porteiro é um porteiro véio de Campanha,
Tinha uns dois metros e meio de altura,
Mais ou menos, né Bico?
Não era pouca coisa.
Aí, o homem véio,
Uma prateada atravessada na cintura,
Não tinha, não tinha conversa que
Passasse naquela porta ali.
Eu digo: Bueno, pra mim entrar nesse baile afamado,
Pra mim entrar mesmo,
Não tem outro jeito,
Eu vou ter que botar a mão nos cobre.
E, de vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe donde chove, baba água e não goteia.
E eu não tenho medo de potro, nem macho que compadreia.
De vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe, donde chove e não goteia,
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia,
E vou direto pro retoço.
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito,
E o chinaredo, que de muito me conhece,
Sabe que, pedindo, desce, meu facão na 28.
Remancheio num boteco ali nos trilhos,
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho,
Ouço mugindo o barulho da cordeona,
Da velha porca rabona, retoçando no salão.
Quem nunca falta é um índio curto e grosso,
De apelido Pescoço, da rabona o querendão.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda, eu quero ouvir!
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
Aí que eu me refiro!
Guardo o trabuco empanturrado de bala,
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar.
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada,
Danço com a mais ajeitada, que me importa de pagar?
O meu cavalo, deixo atado no palanque,
Só não quero que ele manque quando terminar a farra.
E a milicada sempre vem fora de hora,
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
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LRC歌词版本
作词 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
作曲 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
Uma vez eu tive notícia
Que tinha um baile muito afamado,
Um baile organizado
Pelo Seu Abano Müler, Seu Bume, né?
Baile véio ajeitado, um baile véio à moda antiga,
E que ia ter uma gaita e um pandeiro,
Uma gaita roncando e um pandeiro panderiando,
Mais ou menos desse jeito.
Tinha até a palma da mão do pessoal de Curitibanos,
Eh, é aí que eu me refiro!
Venha assim...
Bueno, e aí fui me encaminhando pro baile.
Mas eu vinha numa fase brava,
Eu ainda não era contratado da Ousa Discos,
'Tava judiado dos pino, uma barbaridade, Alex!
Mas óia', sofrendo umas quantas vezes...
E, mas queria ir no baile,
'Tava com vontade de tomar umas cangibrina
E bailar à noite toda.
Mas, com os pila contado, eu digo:
Se eu pago a entrada,
Tomo pouca cangibrina e tal, vou...
Vou passar conversa no porteiro véio, né?
Mas o porteiro é um porteiro véio de Campanha,
Tinha uns dois metros e meio de altura,
Mais ou menos, né Bico?
Não era pouca coisa.
Aí, o homem véio,
Uma prateada atravessada na cintura,
Não tinha, não tinha conversa que
Passasse naquela porta ali.
Eu digo: Bueno, pra mim entrar nesse baile afamado,
Pra mim entrar mesmo,
Não tem outro jeito,
Eu vou ter que botar a mão nos cobre.
E, de vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe donde chove, baba água e não goteia.
E eu não tenho medo de potro, nem macho que compadreia.
De vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe, donde chove e não goteia,
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia,
E vou direto pro retoço.
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito,
E o chinaredo, que de muito me conhece,
Sabe que, pedindo, desce, meu facão na 28.
Remancheio num boteco ali nos trilhos,
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho,
Ouço mugindo o barulho da cordeona,
Da velha porca rabona, retoçando no salão.
Quem nunca falta é um índio curto e grosso,
De apelido Pescoço, da rabona o querendão.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda, eu quero ouvir!
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
Aí que eu me refiro!
Guardo o trabuco empanturrado de bala,
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar.
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada,
Danço com a mais ajeitada, que me importa de pagar?
O meu cavalo, deixo atado no palanque,
Só não quero que ele manque quando terminar a farra.
E a milicada sempre vem fora de hora,
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
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作词 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
作曲 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
Uma vez eu tive notícia
Que tinha um baile muito afamado,
Um baile organizado
Pelo Seu Abano Müler, Seu Bume, né?
Baile véio ajeitado, um baile véio à moda antiga,
E que ia ter uma gaita e um pandeiro,
Uma gaita roncando e um pandeiro panderiando,
Mais ou menos desse jeito.
Tinha até a palma da mão do pessoal de Curitibanos,
Eh, é aí que eu me refiro!
Venha assim...
Bueno, e aí fui me encaminhando pro baile.
Mas eu vinha numa fase brava,
Eu ainda não era contratado da Ousa Discos,
'Tava judiado dos pino, uma barbaridade, Alex!
Mas óia', sofrendo umas quantas vezes...
E, mas queria ir no baile,
'Tava com vontade de tomar umas cangibrina
E bailar à noite toda.
Mas, com os pila contado, eu digo:
Se eu pago a entrada,
Tomo pouca cangibrina e tal, vou...
Vou passar conversa no porteiro véio, né?
Mas o porteiro é um porteiro véio de Campanha,
Tinha uns dois metros e meio de altura,
Mais ou menos, né Bico?
Não era pouca coisa.
Aí, o homem véio,
Uma prateada atravessada na cintura,
Não tinha, não tinha conversa que
Passasse naquela porta ali.
Eu digo: Bueno, pra mim entrar nesse baile afamado,
Pra mim entrar mesmo,
Não tem outro jeito,
Eu vou ter que botar a mão nos cobre.
E, de vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe donde chove, baba água e não goteia.
E eu não tenho medo de potro, nem macho que compadreia.
De vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe, donde chove e não goteia,
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia,
E vou direto pro retoço.
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito,
E o chinaredo, que de muito me conhece,
Sabe que, pedindo, desce, meu facão na 28.
Remancheio num boteco ali nos trilhos,
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho,
Ouço mugindo o barulho da cordeona,
Da velha porca rabona, retoçando no salão.
Quem nunca falta é um índio curto e grosso,
De apelido Pescoço, da rabona o querendão.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda, eu quero ouvir!
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
Aí que eu me refiro!
Guardo o trabuco empanturrado de bala,
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar.
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada,
Danço com a mais ajeitada, que me importa de pagar?
O meu cavalo, deixo atado no palanque,
Só não quero que ele manque quando terminar a farra.
E a milicada sempre vem fora de hora,
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
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作词 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
作曲 : Kenelmo Alves/Francisco Alves
Uma vez eu tive notícia
Que tinha um baile muito afamado,
Um baile organizado
Pelo Seu Abano Müler, Seu Bume, né?
Baile véio ajeitado, um baile véio à moda antiga,
E que ia ter uma gaita e um pandeiro,
Uma gaita roncando e um pandeiro panderiando,
Mais ou menos desse jeito.
Tinha até a palma da mão do pessoal de Curitibanos,
Eh, é aí que eu me refiro!
Venha assim...
Bueno, e aí fui me encaminhando pro baile.
Mas eu vinha numa fase brava,
Eu ainda não era contratado da Ousa Discos,
'Tava judiado dos pino, uma barbaridade, Alex!
Mas óia', sofrendo umas quantas vezes...
E, mas queria ir no baile,
'Tava com vontade de tomar umas cangibrina
E bailar à noite toda.
Mas, com os pila contado, eu digo:
Se eu pago a entrada,
Tomo pouca cangibrina e tal, vou...
Vou passar conversa no porteiro véio, né?
Mas o porteiro é um porteiro véio de Campanha,
Tinha uns dois metros e meio de altura,
Mais ou menos, né Bico?
Não era pouca coisa.
Aí, o homem véio,
Uma prateada atravessada na cintura,
Não tinha, não tinha conversa que
Passasse naquela porta ali.
Eu digo: Bueno, pra mim entrar nesse baile afamado,
Pra mim entrar mesmo,
Não tem outro jeito,
Eu vou ter que botar a mão nos cobre.
E, de vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe donde chove, baba água e não goteia.
E eu não tenho medo de potro, nem macho que compadreia.
De vez em quando, quando boto a mão nos cobre,
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia,
Eu sou de longe, donde chove e não goteia,
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia,
E vou direto pro retoço.
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito,
E o chinaredo, que de muito me conhece,
Sabe que, pedindo, desce, meu facão na 28.
Remancheio num boteco ali nos trilhos,
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho,
Ouço mugindo o barulho da cordeona,
Da velha porca rabona, retoçando no salão.
Quem nunca falta é um índio curto e grosso,
De apelido Pescoço, da rabona o querendão.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda, eu quero ouvir!
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
Aí que eu me refiro!
Guardo o trabuco empanturrado de bala,
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar.
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada,
Danço com a mais ajeitada, que me importa de pagar?
O meu cavalo, deixo atado no palanque,
Só não quero que ele manque quando terminar a farra.
E a milicada sempre vem fora de hora,
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Desde piazito, a polícia não espero,
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero.
Entro na sala no meio da confusão,
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão.
Quase sempre chego assim, meio com sede,
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
(Me serve um gole daquela que mata o guarda).
E num relance, se eu não vejo alguém de farda, eu grito:
Me serve um liso daquela que mata o guarda.