作词 : José Fernando Gonzales
作曲 : José Fernando Gonzales
Quando os campos deste sul eram mais verdes,
Índios pampeanos que habitavam o lugar,
Foram mesclando com a raça do homem branco,
Recém-chegado de querências além-mar.
E o novo ser que se formou, miscigenado,
Virou semente, germinou e se fez povo,
E um grito novo ecoou no continente,
Lembrando a todos que esta terra tinha dono.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
No grito do índio, o grito inicial,
Com cheiro de terra no próprio ideal,
De amor à querência liberta nos pampas,
Semeada em estampas do próprio ancestral.
A nova raça cresceu e traçou limites,
Que bem demarcam a extensão dos ideais,
E o mesmo povo hoje repete o grito,
Alicerçado nas raízes culturais.
A liberdade não tem tempo nem fronteiras,
O homem livre não verga e não perde o entono,
Vai repetindo a todos num velho grito,
Passam os tempos, mas a terra ainda tem dono.
Do grito do índio, aos gritos atuais,
Há cheiro de terra nos próprios ideais,
De um povo sofrido, ereto em vontade,
De escrever liberdade nos seus memoriais.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
🎵
LRC歌词版本
作词 : José Fernando Gonzales
作曲 : José Fernando Gonzales
Quando os campos deste sul eram mais verdes,
Índios pampeanos que habitavam o lugar,
Foram mesclando com a raça do homem branco,
Recém-chegado de querências além-mar.
E o novo ser que se formou, miscigenado,
Virou semente, germinou e se fez povo,
E um grito novo ecoou no continente,
Lembrando a todos que esta terra tinha dono.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
No grito do índio, o grito inicial,
Com cheiro de terra no próprio ideal,
De amor à querência liberta nos pampas,
Semeada em estampas do próprio ancestral.
A nova raça cresceu e traçou limites,
Que bem demarcam a extensão dos ideais,
E o mesmo povo hoje repete o grito,
Alicerçado nas raízes culturais.
A liberdade não tem tempo nem fronteiras,
O homem livre não verga e não perde o entono,
Vai repetindo a todos num velho grito,
Passam os tempos, mas a terra ainda tem dono.
Do grito do índio, aos gritos atuais,
Há cheiro de terra nos próprios ideais,
De um povo sofrido, ereto em vontade,
De escrever liberdade nos seus memoriais.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
📝
纯歌词版本
作词 : José Fernando Gonzales
作曲 : José Fernando Gonzales
Quando os campos deste sul eram mais verdes,
Índios pampeanos que habitavam o lugar,
Foram mesclando com a raça do homem branco,
Recém-chegado de querências além-mar.
E o novo ser que se formou, miscigenado,
Virou semente, germinou e se fez povo,
E um grito novo ecoou no continente,
Lembrando a todos que esta terra tinha dono.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
No grito do índio, o grito inicial,
Com cheiro de terra no próprio ideal,
De amor à querência liberta nos pampas,
Semeada em estampas do próprio ancestral.
A nova raça cresceu e traçou limites,
Que bem demarcam a extensão dos ideais,
E o mesmo povo hoje repete o grito,
Alicerçado nas raízes culturais.
A liberdade não tem tempo nem fronteiras,
O homem livre não verga e não perde o entono,
Vai repetindo a todos num velho grito,
Passam os tempos, mas a terra ainda tem dono.
Do grito do índio, aos gritos atuais,
Há cheiro de terra nos próprios ideais,
De um povo sofrido, ereto em vontade,
De escrever liberdade nos seus memoriais.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
🎵
LRC歌词版本
作词 : José Fernando Gonzales
作曲 : José Fernando Gonzales
Quando os campos deste sul eram mais verdes,
Índios pampeanos que habitavam o lugar,
Foram mesclando com a raça do homem branco,
Recém-chegado de querências além-mar.
E o novo ser que se formou, miscigenado,
Virou semente, germinou e se fez povo,
E um grito novo ecoou no continente,
Lembrando a todos que esta terra tinha dono.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.
No grito do índio, o grito inicial,
Com cheiro de terra no próprio ideal,
De amor à querência liberta nos pampas,
Semeada em estampas do próprio ancestral.
A nova raça cresceu e traçou limites,
Que bem demarcam a extensão dos ideais,
E o mesmo povo hoje repete o grito,
Alicerçado nas raízes culturais.
A liberdade não tem tempo nem fronteiras,
O homem livre não verga e não perde o entono,
Vai repetindo a todos num velho grito,
Passam os tempos, mas a terra ainda tem dono.
Do grito do índio, aos gritos atuais,
Há cheiro de terra nos próprios ideais,
De um povo sofrido, ereto em vontade,
De escrever liberdade nos seus memoriais.
Enquanto o gaúcho for visto no pampa,
Enquanto essa raça teimar em viver,
O grito dos livres ecoará nesses montes,
Buscando horizontes libertos na paz.